Saturday, April 20, 2013

Moleskine


No post "Viagem", mencionei meu caderninho de notas. De fato, são muitos. Eles vão se acumulando. São posts, artigos, palestras, entrevistas, etc. Acabados ou inacabados. Às vezes, uma anotação avulsa, uma curiosidade ou comentários sobre uma palestra boa suficiente para não me fazer dormir.

O maior problema da minha coleção de caderninhos manuscritos é entender o que escrevi. Pelo menos, estão protegidos ;-) Como disse uma amiga, sou um canhoto de mão direita.

Reconheço que o meu médico tem uma ligeira superioridade. A letra dele, ele entende. Quer dizer, só ele. Por causa da sua caligrafia, agendei um exame errado. Obviamente, ficou só no agendamento. Bem melhor do que a história de um ex-colega que tomou injeção pelo chefe. Melhor não contar muito mais.

Às vezes, me esforço para escrever com boa letra. Ao preencher os raríssimos cheques, na carta anual ao Sindicato dos Engenheiros para isenção da contribuição assistencial e também na hora de pedir a conta e escrever o CPF na notinha.

Outro dia, relaxei e o garçom cearense comentou: Caramba! Esse teu CPF parece até que foi escrito por mim. A nossa letra é igual! Será que temos algo em comum nas nossas árvores "geniológicas"?


Foto: A pracinha de Baux en Provence.
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