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Saturday, December 7, 2013

Mandíbula


Agora ninguém mais segura, entramos no clima de Copa do Mundo. Com a realização do sorteio das chaves, a elite do pensamento nacional começa uma longa fase de conjecturas. Logo mais, aparecerão os "bolões". Aqueles nos quais você coloca toda sua sapiência e conhecimento futebolístico, mas, no final, quem ganha não sabe nem o que é impedimento.

Não tenho nada contra o mundo mágico futebol. Pelo contrário. Só espero que sobre algum espaço na mídia para se continuar tentando melhorar o país, investigando e denunciando.

Nos últimos dias, cheguei à conclusão que a imprensa deve dar mais espaço ao ex-presidente Lula. Deixem-no falar. Dêem-lhe cordas. A história recente do país só tem a ganhar.

A mídia assinalou muito bem três lapsos recentes de Lula. O primeiro foi o escandaloso "estamos juntos", dito pelo telefone ao presidiário José Dirceu. Dispensa comentários.

No segundo, talvez menos espetacular, disse "a lei só vale para o PT", reconhecendo que o STF, liderado pelo lunático Joaquim Barbosa, aplicou a lei.

Ontem, ao receber o título de doutor honoris causa da UFABC (!), dirigiu-se a Dilma e esbravejou: “Depois que ele se forma doutor, não espere que ele ficará agradecido. Ele vai para a rua fazer manifestação contra você”. Lula finalmente reconheceu que as manifestações também foram contra o governo petista, contrariando todo o esforço dos seus companheiros.

Enfim, deixem o Lula falar! Atos falhos podem não ser aceitos como provas criminais, entretanto a sociedade clama por esclarecimentos sobre seus laranjas, filhos e amantes. O Brasil sempre sonhou ter um líder como Madiba, mas ganhou mesmo uma grande mandíbula.


Foto: Montagem com algumas fotos tiradas no zôo de San Diego, um dos melhores e maiores parques do gênero do mundo.

Friday, August 19, 2011

Ops...

Os escândalos de corrupção certamente preocupam Dilma. Não foi à toa que cometeu dois atos falhos no mesmo dia. Diz a Veja: "Na hora de cumprimentar o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, chamou-o de Agnelo Rossi – sobrenome do ministro que tem dado mais dor de cabeça à presidente nas últimas semanas, Wagner Rossi, da Agricultura. Ao se referir a Alberto Broch, presidente da Contag, chamou-o de Alfredo, nome do ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento..."

Na terra de Sarkô e DSK, os atos falhos são de outra natureza. Bruce Hortefeux, ex-ministro e atual conselheiro do Eliseu, trocou "impressões digitais" por "impressões genitais", quando falava sobre o cadastramento dos imigrantes.

Já a ex-ministra Rachida Dati se entregou em duas oportunidades. Na primeira, no meio de uma entrevista sobre Economia, trocou "inflação" por "felação". Na segunda, falando sobre integração das minorias, trocou "code" (código) por "gode" (objeto em formato fálico).



Foto: A edícola que abriga o "Puits de Moïse" em Dijon, conforme mencionado no post anterior.