- Manter os softwares atualizados – É uma regra de ouro porque muitas das atualizações são justamente as correções das vulnerabilidades dos softwares, que são usadas pelos hackers. Quando houver a opção de atualização automática, melhor ativá-la.
- Usar senhas fortes – A gente tem milhares de senhas, mas as coisas importantes devem estar protegidas com senhas seguras. Por exemplo, a senha O20TOs5c8ZT@iYh$5LVv é uma boa senha e foi gerada por um programa de administração de senhas, uma boa dica por sinal. Muitas vezes, há ainda a opção por uma segunda autenticação, algo extremamente recomendável.
- Fazer cópia das informações de valor – Minha sugestão é usar um disco externo e os serviços de armazenamento de dados (Dropbox, Google Drive, Microsoft OneDrive, etc). Atenção, eu disse um e outro! Considere que tudo que está no seu celular ou computador pode ser perdido repentinamente.
- Prestar muita atenção nas armadilhas - Os ataques começam a partir de uma isca: uma visita a um site pouco conhecido, um email não solicitado, links encaminhados pelas redes sociais, etc. Até mesmo torpedos e ligações podem ser usados para fisgar um usuário incauto. Desconfie de tudo!
- Travar os dispositivos - Celulares e computadores devem ter sempre uma senha. Isso não evita a perda do equipamento num furto, mas protege o mais importante.
Wednesday, July 22, 2020
Cibersegurança
Tuesday, July 21, 2020
Viajante
Já falei sobre muitas coisas neste blog e minhas viagens estão
entre os temas recorrentes. Até mesmo a proposta de ilustrar cada post com uma
fotografia tirada em algum lugar do mundo mantém a ligação deste blog
com as viagens.
Graças à longa pausa deste blogueiro, acumulei um estoque de
fotos capaz de ilustrar milhares de novos posts. No entanto, a minha maior
inquietude é se e quando vamos voltar a viajar.
Por um golpe de sorte, comecei o ano com umas boas férias.
Voltei ao Brasil quando o epicentro da pandemia se instalava na Europa e a situação
saía do controle na Itália. Foi por pouco!
Não faltam ideias e convites de viagem para o próximo ano.
Também não faltam dúvidas: será seguro? teremos vacinas? os brasileiros serão
aceitos sem restrições? Acredito também que o setor aéreo passe por uma
tremenda reestruturação, impactando nossos hábitos de turismo.
Minhas viagens pessoais e profissionais dos últimos vinte
anos simbolizam um pouco desse mundo anterior à pandemia. Viagens para lá e
para cá, malas quase sempre prontas, passaporte na mão, etc.
No começo, tudo parece charmoso. Acumulam-se milhas, sobe-se
na hierarquia da fidelidade das companhias aéreas, hotéis, locadoras e trens.
Mas quando você começa a reconhecer os comissários de bordo e ser tratado pelo
nome em todo lugar, talvez já tenha viajado demais.
Enfim, aquela época em que cruzávamos o planeta para uma simples
reunião pode ter acabado. Deixei claro neste
blog que sou contra um movimento brusco das empresas para acabar com seus
escritórios e ficarem no 100% virtual. Já com relação às viagens, acredito que usar
e abusar das telecomunicações parece razoável. Mesmo que seja apenas pelo bem
do planeta.
Foto: Voltando à Viena, o majestoso palácio de Schönbrunn, residência de verão
principal dos Habsburgos, de meados do século XVIII até o final da Segunda
Guerra.
