No auge do escândalo com o ex-presidente do FMI, sabia-se da importância da instituição face às incertezas vindouras. A liderança de DSK sempre foi respeitada. Com a inevitável expansão da crise, será a vez de Christine Lagarde encarar o desafio do cargo e o esqueleto que está no seu armário.
A ex-ministra é acusada de ter facilitado a vida de Bernard Tapie, amigão do Sarkô, brindado com uma indenização do Estado francês de mais de 300 milhões de euros. Há evidências de que Tapie, ex-dono da Adidas, tenha vendido suas empresas a preço de banana, graças a uma combinação de interesses políticos e privados, no melhor estilo das repúblicas bananeiras.
Se foi armação ou não, caberia à Justiça decidir. Entretanto, o governo Sarkô tirou o processo do Judiciário e o enviou para uma corte arbitral independente. Como resultado deste "fast-track" jurídico, o Estado foi condenado a indenizá-lo. Se isto não for imoral, é de um arrojo sem igual. Como escrevi em 2008: “Nem o José Dirceu tinha pensado nisso”.
Um articulista do Le Monde, estudioso das questões legais e constitucionais, salienta que é impossível incriminar Sarkozy neste episódio. O Presidente nunca sabe de nada! Largarde responderá por ele.
A esta altura do campeonato, o eleitor francês está olhando mais para a crise que se aprofunda e, principalmente, para o seu bolso. As notícias vindas do outro lado do Atlântico não são animadoras. Este quadro favorece o partido de Sarkozy, de direita, com ou sem escândalo. A extrema-direita, em ascensão, perdeu pontos com o atentado norueguês.
O eleitor sabe que, em tempos de crise, as ideias dos socialistas não são as mais eficazes. O PS é um partido de gente bacana, mas ruim da cabeça. Portanto, mesmo com toda impopularidade, Sarkô não morreu. Na última semana, recluso no château praiano da sua sogra em Cap Nègre, ganhou três pontos de popularidade. Quem está precisando de um descanso assim é o Obama.
Foto: A praça central de Arbois, a Place de la Liberté.
Showing posts with label Arbois. Show all posts
Showing posts with label Arbois. Show all posts
Monday, August 8, 2011
Wednesday, August 3, 2011
70, 80 e 90
Muitos sistemas de numeração da antiguidade eram vigesimais. Se foram os dez dedos das mãos que inspiraram a base decimal, acredita-se que, a inclusão dos dedos dos pés gerou a base vigesimal.
Os celtas, por exemplo, usavam a contagem vigesimal. Pela via gaulesa, o francês antigo uniu a tradição celta ao latim. Na língua romana, 30 é "triginta", 40 é "quadraginta" e 50 é "quinquaginta". No francês arcaico, 30 é "vint et dis", 40 é "deux vins" e 50 é "deux vins et dis".
A partir do fim da Idade Média, a base decimal começou a vingar na França. Como o leitor pode antecipar, o francês moderno conservou alguns resquícios do passado. As dezenas 80 e 90 são, respectivamente, "quatre-vingts" e "quatre-vingt-dix". Já o número 70, ficou perdido entre o mundo decimal e vigesimal, batizado como "soixante-dix".
A Academia Francesa reconhece os numerais "septante", "octante" e "nonante". Há algumas décadas, seu uso foi estimulado como forma de simplificar o aprendizado. Mas, a tradição venceu. Como curiosidade, o francês falado na França, Bélgica e Suíça tem pequenas diferenças com relação aos numerais 70, 80 e 90:
Bélgica: Septante, quatre-vingts e nonante.
França: Soixante-dix, quatre-vingts e quatre-vingt-dix.
Suíça: Septante, huitante/quatre-vingts/octante e nonante.
Na Suíça, o número 80 é falado de três formas diferentes, conforme o cantão:
Vaud, Valais e Fribourg: Huitante
Genève, Jura e Neuchâtel: Quatre-vingts
Algumas cidades do cantão de Fribourg: Octante
Na Dinamarca e no País Basco, a numeração também manteve a tradição vigesimal, assim como em outras línguas célticas ainda vivas, por exemplo, gaélico e bretão.
Foto: Ainda no centro de Arbois, o Museu do vinho do Jura, com o seu vinhedo urbano.
Os celtas, por exemplo, usavam a contagem vigesimal. Pela via gaulesa, o francês antigo uniu a tradição celta ao latim. Na língua romana, 30 é "triginta", 40 é "quadraginta" e 50 é "quinquaginta". No francês arcaico, 30 é "vint et dis", 40 é "deux vins" e 50 é "deux vins et dis".
A partir do fim da Idade Média, a base decimal começou a vingar na França. Como o leitor pode antecipar, o francês moderno conservou alguns resquícios do passado. As dezenas 80 e 90 são, respectivamente, "quatre-vingts" e "quatre-vingt-dix". Já o número 70, ficou perdido entre o mundo decimal e vigesimal, batizado como "soixante-dix".
A Academia Francesa reconhece os numerais "septante", "octante" e "nonante". Há algumas décadas, seu uso foi estimulado como forma de simplificar o aprendizado. Mas, a tradição venceu. Como curiosidade, o francês falado na França, Bélgica e Suíça tem pequenas diferenças com relação aos numerais 70, 80 e 90:
Bélgica: Septante, quatre-vingts e nonante.
França: Soixante-dix, quatre-vingts e quatre-vingt-dix.
Suíça: Septante, huitante/quatre-vingts/octante e nonante.
Na Suíça, o número 80 é falado de três formas diferentes, conforme o cantão:
Vaud, Valais e Fribourg: Huitante
Genève, Jura e Neuchâtel: Quatre-vingts
Algumas cidades do cantão de Fribourg: Octante
Na Dinamarca e no País Basco, a numeração também manteve a tradição vigesimal, assim como em outras línguas célticas ainda vivas, por exemplo, gaélico e bretão.
Foto: Ainda no centro de Arbois, o Museu do vinho do Jura, com o seu vinhedo urbano.
Monday, August 1, 2011
Vox populi
Uma recente pesquisa do IBOPE, divulgada no Estadão, mostrou que a maioria dos brasileiros (55%) é contra a união estável entre pessoas do mesmo sexo ("casamento gay"). Mesmo sendo favorável à matéria, a aprovação pelo Supremo chamou minha atenção. Fiquei curioso pelos caminhos que a sociedade encontra para se aperfeiçoar, mesmo contra a suposta vontade da maioria. Certamente, não foi o único episódio da nossa História. Seria um paradoxo da democracia?
A dificuldade de aprovação do "casamento gay" no Congresso pode ser compreendida. Não foi o poder do lobby católico-evangélico, mas a própria vontade do povo. O poder legislativo representa o povo. Seria justo cobrar este tipo de progresso social do Congresso? Seria incumbência dos outros poderes?
O Ricardo Amorim (@Ricamconsult no Twitter) foi mais provocativo e tuitou: "Segundo IBOPE, maioria é contra união gay. Ainda vamos nos envergonhar disso. Maioria já foi contra fim da escravidão e voto das mulheres.”
O paralelo sugerido pelo Ricardo é inteligente. Talvez, discorde do motivo da vergonha, pois a sociedade está sempre em transformação. Os eventos históricos suscitam controvérsias, porém, em ambas as situações, o Brasil estava muito dividido.
Todos sabiam que a abolição viria mais cedo ou mais tarde. A resistência era grande por que uma parte do Brasil protegia seus interesses. Até a classe média possuía escravos! A aristocracia rural também dava como certa a abolição, mas brigou até o fim por uma indenização pelos escravos libertados. A Princesa Isabel formalizou o fim da escravidão com a sua canetada histórica, sem indenização aos proprietários de escravos, que viraram republicanos instantaneamente (Já viram isso?).
O sufrágio feminino também foi resolvido com uma canetada de Getúlio Vargas em 1932. O ativismo feminino cresceu no seu governo e a causa foi misturada com os movimentos sociais, que espalhavam-se pelo país. Possivelmente, muitos brasileiros eram apenas indiferentes ao tema, daí a suposta oposição da maioria. Se houvesse uma pesquisa de opinião nos anos 20-30, as mulheres não seriam entrevistadas! Depois de anos de discussão e indefinição, Getúlio encerrou o assunto e capitalizou.
Em ambos os casos, mesmo que a maioria da população ainda não apoiasse a causa, a Princesa Isabel e Getúlio Vargas estavam diante de uma tendência inequívoca, seja pela realidade no exterior ou pela mobilização crescente da nossa sociedade. Coube a eles mostrar o caminho.
O Brasil mudou. Temos uma Constituição mais moderna e respeitosa aos direitos do cidadão. Não temos mais monarcas nem ditadores. O papel do Supremo, como árbitro em grandes debates nacionais, será cada vez mais comum, numa situação similar aos EUA. Livre de preconceitos e interesses, o Supremo deve decidir segundo o espírito da Constituição. E que venham outros debates, pelo bem do Brasil!
Fotos: Acima, uma esquina charmosa de Arbois, a caminho da casa onde viveu Louis Pasteur,a atração principal da cidade (abaixo).
Saturday, July 30, 2011
A doença
Mesmo estando na Europa no momento do atentado da Noruega, foi no Brasil, que tive tempo para buscar mais informações e ler alguns ótimos artigos. Uns exploram a loucura isolada do norueguês, outros se esforçam para integrá-lo ao contexto europeu. Certamente, há uma combinação dos dois aspectos numa questão tão complexa.
Gostaria de ressaltar que o terrorismo de extrema direita vai muito além do espetáculo momentâneo de horror passado na Noruega. São eventos diários: Um espancamento na Alemanha, uma pichação na França, um cemitério vandalizado na Áustria, um discurso furioso na Holanda e, até mesmo, assassinatos isolados. Os alvos são sempre os mesmos.
A Europa já está tão acostumada, que tais notícias raramente recebem destaque internacional. Mais do que isso, o eleitorado se acomodou e deixou com que o discurso inflamado da extrema direita voltasse à tona depois de anos no ostracismo.
Parece incrível, mas o atentado da Noruega foi importante para alguma coisa. Ele chacoalhou os cidadãos acomodados e os políticos. Ele nos faz lembrar os riscos da radicalização e do fanatismo. Faz lembrar a tragédia não tão remota da Segunda Guerra, em que todos perderam.
Na última semana, governos e serviços de inteligência começaram a prestar mais atenção nos terroristas cristãos e não somente nos islâmicos. E, mais importante, milhares de europeus, à beira da sedução pelo discurso conveniente da extrema direita, foram devidamente relembrados do seu verdadeiro ideário.
Infelizmente, a semente do ódio é mais comum do que parece. Os políticos europeus, diante da crise atual, apresentam-se como vítimas da especulação internacional. Na Alemanha, gregos e espanhóis são vilões, esquecendo-se de que o país foi o grande beneficiário da moeda única. Enfim, continua-se buscando a culpa alheia, o bode expiatório.
Não adianta fazer uma moeda única, liberar as fronteiras e promover qualquer tipo de união, enquanto perdurar este comportamento tão primitivo. Mesmo sem saber, políticos de todas as linhas ideológicas acabam alimentando a doença de Anders Behring Breivik, a doença da Europa, a doença da humanidade. Ainda precisamos de décadas de democracia, espírito republicano e verdadeiros estadistas para nos curarmos.
Foto: Outra tomada do centro velho de Arbois, com as casas que avançam sobre o La Cuisance.
Gostaria de ressaltar que o terrorismo de extrema direita vai muito além do espetáculo momentâneo de horror passado na Noruega. São eventos diários: Um espancamento na Alemanha, uma pichação na França, um cemitério vandalizado na Áustria, um discurso furioso na Holanda e, até mesmo, assassinatos isolados. Os alvos são sempre os mesmos.
A Europa já está tão acostumada, que tais notícias raramente recebem destaque internacional. Mais do que isso, o eleitorado se acomodou e deixou com que o discurso inflamado da extrema direita voltasse à tona depois de anos no ostracismo.
Parece incrível, mas o atentado da Noruega foi importante para alguma coisa. Ele chacoalhou os cidadãos acomodados e os políticos. Ele nos faz lembrar os riscos da radicalização e do fanatismo. Faz lembrar a tragédia não tão remota da Segunda Guerra, em que todos perderam.
Na última semana, governos e serviços de inteligência começaram a prestar mais atenção nos terroristas cristãos e não somente nos islâmicos. E, mais importante, milhares de europeus, à beira da sedução pelo discurso conveniente da extrema direita, foram devidamente relembrados do seu verdadeiro ideário.
Infelizmente, a semente do ódio é mais comum do que parece. Os políticos europeus, diante da crise atual, apresentam-se como vítimas da especulação internacional. Na Alemanha, gregos e espanhóis são vilões, esquecendo-se de que o país foi o grande beneficiário da moeda única. Enfim, continua-se buscando a culpa alheia, o bode expiatório.
Não adianta fazer uma moeda única, liberar as fronteiras e promover qualquer tipo de união, enquanto perdurar este comportamento tão primitivo. Mesmo sem saber, políticos de todas as linhas ideológicas acabam alimentando a doença de Anders Behring Breivik, a doença da Europa, a doença da humanidade. Ainda precisamos de décadas de democracia, espírito republicano e verdadeiros estadistas para nos curarmos.
Foto: Outra tomada do centro velho de Arbois, com as casas que avançam sobre o La Cuisance.
Thursday, July 28, 2011
Campeão imoral
Na última terça-feira, César Cielo levou a medalha de ouro na prova dos 50m borboleta do mundial da China. A premiação foi marcada por copiosas vaias da plateia e pelo protesto velado dos seus oponentes. Hoje, a sua derrota nos 100m gerou tanto solidariedade como desprezo dos próprios brasileiros. Afinal, César ganhou ou perdeu? O Brasil ganhou ou perdeu?
A aplicação de uma punição muito branda para um atleta envolvido com doping é uma opção pelo curto prazo. Punir uma das nossas maiores chances de medalhas às vésperas das Olimpíadas 2012, e no espírito de preparação de 2016, seria um golpe duro. O jeitinho brasileiro funcionou para se encontrar uma solução conciliadora, com o aval das autoridades mundiais da natação. Todos erraram.
Cielo já está na história esportiva do Brasil pelas suas respeitáveis conquistas. Para brilhar nas próximas competições, o Brasil precisa formar muitos novos atletas, que respeitem a ética esportiva. Uma punição mais rigorosa ao nadador seria um excelente exemplo para as futuras gerações, mostrando que a vitória é fruto da dedicação e da técnica. Jamais, dos truques baratos e da malandragem.
Cielo poderá ser hostilizado por muito tempo. E nós perdemos uma ótima oportunidade de dar exemplo. Perpetuamos a Lei de Gérson.
Evidentemente, este post não é apenas sobre natação, um dos menores problemas do Brasil. Estou torcendo para que a fúria moralizadora de Dilma no Ministério dos Transportes amplie-se para toda Esplanada. E que não seja só contra os "aliados", mas com os seus correligionários também.
Foto: O centro velho de Arbois, cortado pelo rio La Cuisance. Como nas pequenas cidades francesas, entenda-se por velho construções de 200 a 500 anos.
A aplicação de uma punição muito branda para um atleta envolvido com doping é uma opção pelo curto prazo. Punir uma das nossas maiores chances de medalhas às vésperas das Olimpíadas 2012, e no espírito de preparação de 2016, seria um golpe duro. O jeitinho brasileiro funcionou para se encontrar uma solução conciliadora, com o aval das autoridades mundiais da natação. Todos erraram.
Cielo já está na história esportiva do Brasil pelas suas respeitáveis conquistas. Para brilhar nas próximas competições, o Brasil precisa formar muitos novos atletas, que respeitem a ética esportiva. Uma punição mais rigorosa ao nadador seria um excelente exemplo para as futuras gerações, mostrando que a vitória é fruto da dedicação e da técnica. Jamais, dos truques baratos e da malandragem.
Cielo poderá ser hostilizado por muito tempo. E nós perdemos uma ótima oportunidade de dar exemplo. Perpetuamos a Lei de Gérson.
Evidentemente, este post não é apenas sobre natação, um dos menores problemas do Brasil. Estou torcendo para que a fúria moralizadora de Dilma no Ministério dos Transportes amplie-se para toda Esplanada. E que não seja só contra os "aliados", mas com os seus correligionários também.
Foto: O centro velho de Arbois, cortado pelo rio La Cuisance. Como nas pequenas cidades francesas, entenda-se por velho construções de 200 a 500 anos.
Labels:
Arbois,
César Cielo,
Dilma,
Esporte,
França,
Franche-Comté,
Natação,
Política,
PR,
PT
Saturday, July 9, 2011
Hit parade
Usei o serviço "Blog2Print" para imprimir os meus posts de 2009. O resultado foi um livro muito bem acabado. Quase tudo automático e bem diagramado. Os comentários aparecem na sequência dos posts e as fotos são encaixadas no texto. Em formato pequeno, elas ficaram ótimas. Serviram de prova para uma futura impressão em tamanho maior.
As únicas surpresas foram os erros de digitação. Relendo uma dúzia de posts antigos, peguei alguns erros que escaparam da minha revisão. O que foi mais importante para realçá-los? O tempo ou a impressão em papel? Não sei, mas acreditem em mim. Se escrevi "os livro é bom", foi erro de digitação e não uma tentativa de inclusão social neste blog.
Entre os posts de 2009, está o meu post mais lido de todos os tempos. Nas estatísticas do Blogger, percebi que ele é acessado continuamente desde então. Entre tantas coisas interessantes que escrevi, por que um post tão vagabundo sobre a música francesa faz o maior sucesso?
Parei para investigar. Elementar, meu caro leitor. Quando se escreve na barra do Google "cantores franceses contemporâneos", o motor de busca aponta o meu post em primeiro lugar. Daí, a enxurrada de acessos, passados mais de dois anos da sua postagem.
Vejam o segundo parágrafo do post: "Há alguns dias, sugeri alguns cantores franceses contemporâneos". Dá para imaginar como o Google chegou à sua conclusão.
Foto: Inicio a série de fotos de Arbois, outra cidade da região da Franche-Comté, departamento do Jura. Os cartazes espalhados pela cidade celebravam o festival do vinho do Jura.
As únicas surpresas foram os erros de digitação. Relendo uma dúzia de posts antigos, peguei alguns erros que escaparam da minha revisão. O que foi mais importante para realçá-los? O tempo ou a impressão em papel? Não sei, mas acreditem em mim. Se escrevi "os livro é bom", foi erro de digitação e não uma tentativa de inclusão social neste blog.
Entre os posts de 2009, está o meu post mais lido de todos os tempos. Nas estatísticas do Blogger, percebi que ele é acessado continuamente desde então. Entre tantas coisas interessantes que escrevi, por que um post tão vagabundo sobre a música francesa faz o maior sucesso?
Parei para investigar. Elementar, meu caro leitor. Quando se escreve na barra do Google "cantores franceses contemporâneos", o motor de busca aponta o meu post em primeiro lugar. Daí, a enxurrada de acessos, passados mais de dois anos da sua postagem.
Vejam o segundo parágrafo do post: "Há alguns dias, sugeri alguns cantores franceses contemporâneos". Dá para imaginar como o Google chegou à sua conclusão.
Foto: Inicio a série de fotos de Arbois, outra cidade da região da Franche-Comté, departamento do Jura. Os cartazes espalhados pela cidade celebravam o festival do vinho do Jura.
Subscribe to:
Posts (Atom)